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Teste comportamental: autoconhecimento para profissionais de sucesso

19.05.2019

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Meu filho sofre bullying! O que devo fazer?

 

O seu filho mudou de comportamento sem nenhum motivo aparente, está recluso, quieto, deprimido, não tem autoestima, não querer ir ao colégio, evita os colegas? Ele pode estar sendo vítima de bullying!

 

O bullying é caracterizado por atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de agredir ou intimidar uma pessoa ou grupo, incapaz de se defender.

 

Os pais devem sempre estar atentos ao comportamento dos filhos, mantendo sempre um diálogo aberto e honesto. Oferecendo ajuda e apoio, pois a criança, o adolescente, pode não estar conseguindo lidar com os problemas sozinho. Nem sempre eles conseguem se abrir com os pais, nestes casos, o mais indicado é procurar ajuda profissional.

 

Na terapia, a psicóloga Marina Rodrigues Godoy explica que será trabalhado as habilidades, os pontos fortes e também os pontos fracos de cada criança, para que elas aprendam a lidar com as frustrações da melhor forma possível.

 

Cada pessoa reage ao bullying de uma forma, se para alguns jovens apelidos e rótulos podem ser apenas uma brincadeira de mau gosto, para outros podem causar dor, angústia e desencadear comportamentos agressivos.

 

                     

 

A psicóloga alerta que não existe um perfil para agressores e vítimas de bullying, pois é muito comum que uma vítima se torne agressor. Como foi o caso da universitária Amanda Cordeiro de 23 anos.

 

Ela sofreu bullying durante a infância e a adolescência, pois era considerada acima do peso. "Me chamavam de baleia assassina e até hoje tenho vergonha e me sinto mal quando coloco biquíni, por mais que eu fique muita magra, eu nunca vou me sentir confortável".

 

Amanda tinha um comportamento comum entre as vítimas de bullying, ela regia cometendo agressões verbais contra as outras crianças. "Eu não chorava, não falava para as pessoas que as ofensas me incomodavam, eu guardava minha frustração e revidada".

 

A estudante Isabela Valentim de 17 anos, conta o drama vivido entre os 11 e 13 anos, quando era vítima de bullying por ser considerada 'gordinha' pelos colegas. "Eles me bateram até quebrar minha perna, eu gritei pedindo socorro, mas a professora simplesmente disse 'não sou babá de ninguém'.

 

O sofrimento só terminou quando a mãe da jovem foi até uma delegacia registrar um Boletim de Ocorrência, na ocasião também foi realizado um exame de Corpo de Delito na estudante. Passado um tempo, a professora e os alunos foram expulsos da escola.

 

Precisamos levar em consideração o abismo de realidade em que vivem as crianças brasileiras. De uma lado a escola particular, de outro a pública. Em algumas tem quem zele pelas crianças, em outras elas estão entregues a própria sorte. Nesses casos, os pais precisam estar ainda mais atentos à educação dos filhos e protegendo eles, até mesmo no ambiente escolar, que deveria ser espaço de aprendizado, porém muitas vezes é utilizado para a prática de violência.

 

Mas, e quando você descobre que o seu filho não é a criança inocente que você imaginava. Em casa ele tem um comportamento, na escola outro. Ele não é vítima, mas agressor! O que fazer? 

 

 

Os pais e a escola devem combater o bullying juntos. Enquanto, o colégio trabalha na prevenção, orientando e explicando como esse comportamento agressivo pode ser prejudicial aos colegas, os pais devem manter uma relação próxima aos filhos, e estarem sempre atento às mudanças de comportamento dos pequenos. 

 

Em 2015, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 13185 que institui o Programa de Combate ao Bullying. De acordo com a Lei é dever do estabelecimento de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnóstico e combate à violência e à intimidação sistemática, o bullying.

 

 

 

 

 

Dica de leitura:

 

 

"Bullying escolar - perguntas e respostas",

de Cleo Fante e José Augusto Pedra.

 

 

 

 

 

 

     Foto 1: jornalportal.com.br


     Foto 2: negociao.com.br

 

     

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