Como reconstruir a autoestima feminina?

A autoestima consiste em uma avaliação subjetiva que o individuo faz de si próprio, segundo a psicóloga Carolina Nogueira. Ela também afirma que pessoas com autoestima são aquelas que "gostam de si mesmo, acreditam no seu potencial e confiam na sua capacidade".


A professora e doutora em psicologia Nilma Renildes da Silva explica "a representação que formamos de nós mesmos é construída a partir das relações que temos ao longo da vida". Ela ressalta que nós construímos uma imagem própria a partir de tudo que vivenciamos desde a infância.


Foto: Pixabay


Ter autoestima é essencial na vida da mulher. Faz parte do processo de construção da felicidade, é amar a si mesmo, apesar de todos os defeitos e saber valorizar suas qualidades acima de tudo.


Porém, estamos expostas a uma sociedade machista e preconceituosa, que dita padrões de beleza e comportamentos que devemos seguir. É, por isso, que é tão difícil sermos nós mesmos! Mas é preciso buscar o que nos faz bem e nos traz felicidade, deixando de lado a opinião e o julgamento alheio.


Muitas vezes a autoestima feminina é destruída pelos abusos morais, sexuais, psicológicos e físicos que milhares mulheres sofrem todos os dias. Mas, a reconstrução da autoestima é um processo lento, que deve acontecer diariamente, tijolo por tijolo.


De acordo com a psicóloga Nilma Renildes da Silva, a construção de laços sociais são importantes para a reconstrução da autoestima "a mulher precisa saber que não está sozinha nessa caminhada e que outras mulheres também enfrentam os mesmos problemas que ela".


A psicóloga ressalta que nós mulheres devemos questionar nossas opiniões e atitudes, muitas vezes, reprodutoras do patriarcado, do machismo presentes em nossa sociedade. Ela aponta a importância da educação dos filhos e filhas para que esses valores não sejam repassados para as novas gerações.



Veja abaixo dicas da psicóloga Carolina Nogueira para a reconstrução da autoestima feminina:



- Busque autoconhecimento: pois, ele permite entender e identificar o que te faz sentir desvalorizada. Ou seja, quais fatos ocorreram ou ocorrem em sua vida que geram sentimentos de impotência, tristeza e ansiedade.

- Descobra seus pontos fracos: assim, você não será pega de surpresa e estará preparada para receber críticas, sem que isso interfira na sua autoestima.


- Identifique suas qualidades: para que possa procurar por atividades e tarefas que realçam seus pontos positivos e tragam momentos de alegria.


- Seja feliz: isso inclui cuidar de você mesma, seja dançando, lendo, praticando atividade física ou ouvindo música. Busque o que te faz bem, permita-se ser cuidada, amada e sentir-se especial.


Foto: Pixabay



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