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Teste comportamental: autoconhecimento para profissionais de sucesso

19.05.2019

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A ansiedade que consome 18,6 milhões de brasileiros

 

                                 Foto: Pixebay

 

 

O Brasil tem a maior taxa de transtorno de ansiedade do mundo, de acordo com um relatório divulgado em março de 2017 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A pesquisa mostra que 9,3% dos brasileiros sofrem de ansiedade.

 

Os dados também apontam que 264 milhões de pessoas sofrem com transtornos de ansiedade em todo o planeta, o que representa 3,6% da população mundial. A pesquisa revela que comparado ao ano de 2005, houve um aumento de 15% no número de pessoas ansiosas.

 

A psicóloga e doutora em Ciências da Saúde Luciana Biem explica que episódios de ansiedade são comuns em alguns momentos da vida, como quando acontece

o nascimento de um filho, o primeiro dia no emprego novo, o rompimento de um relacionamento ou o desligamento da sua atividade profissional.

 

Ela destaca que a ansiedade é uma reação fisiológica natural do ser humano, que ocasiona desconforto físico e psíquico geralmente associados a expectativa de algo ou antecipação de uma possível ameaça. 

 

 

"Medo é a resposta emocional a ameaça iminente real ou percebida, enquanto ansiedade é a antecipação de ameaça futura".

(Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais)

 

 

Segundo a especialista, o problema é quando a ansiedade começa a ser vivenciada de maneira descontrolada e frequente. Nesses casos, ela afirma que os sintomas mais frequentes são: "alteração da alimentação, do sono, fala acelerada, taquicardia, sudorese excessiva, falta de ar, tremor nas mãos, pensamentos repetitivos, medo, euforia, irritabilidade, inquietação e dificuldade em viver o momento presente". 

 

 

  Foto: Pixebay

 

Foi o que aconteceu com a jornalista Carolina Bataier de 31 anos, diagnosticada com transtorno de ansiedade na adolescência. "Quando tinha crises não conseguia me concentrar para realizar as tarefas do dia a dia. O pensamento ia direto para coisas negativas e isso influenciava minha relação com as pessoas e comigo mesma".

 

Carolina conta o que faz para controlar a ansiedade "Quando percebo que estou entrando em crise, tento respirar fundo e devagar, prestando atenção no meu corpo, sentindo onde há tensão. Também faço massagem em minhas mãos com um creme hidratante, pois ajuda a relaxar e focar em coisas pequenas e prazerosas. E tento encarar os maus pensamentos, não deixo eles serem maiores do que eu".

 

A editora Letícia Leitão de 24 anos revela como a ansiedade se tornou um grande problema em sua vida “No final de 2016, eu comecei a me sentir mal, o estômago ficava ruim, a pressão caia, dava suador e calafrio”. Ela destaca que sentia muita tristeza e vontade de chorar “Eu não conseguia mais dormir, eu dormia com medo de que não fosse acordar... era horrível”.

 

Letícia alerta para as crises que começou a ter com um intervalo de 5 a 7 dias “Sentia um aperto no peito, a garganta fechava, dificuldade para respirar, um negocio muito ruim, eu precisava sair da onde eu estava”.

 

Meses depois, ela foi diagnostica com transtorno de ansiedade e iniciou um tratamento medicamentoso com orientação de um psiquiatra. Atualmente, a jovem afirma que as crises foram diminuindo “Posso dizer que estou melhor, mas não 100%, pois tem dias que ainda são terríveis”.

 

A psicóloga e doutora em Ciências da Saúde Luciana Biem destaca que o tratamento para transtorno de ansiedade inclui acompanhamento psicológico e medicamentoso, após a avaliação de um psiquiatra. Ela também recomenda a prática de relaxamento, meditação e yoga para quem sofre de ansiedade.

 

De acordo com a especialista, é necessário procurar ajuda profissional em casos de transtornos de ansiedade, caso contrário pode ocorrer perda da qualidade de vida, além de interferir nas relações familiares e sociais e na vida profissional. Ela alerta que não tratar a ansiedade também pode ocasionar um quadro depressivo.

 

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