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Teste comportamental: autoconhecimento para profissionais de sucesso

19.05.2019

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Transtornos alimentares: anorexia, bulimia e a busca pela magreza

 

 

Meninas, mulheres e até mesmo homens. As pessoas estão morrendo em busca da magreza. A anorexia e a bulimia são os transtornos alimentares mais frequentes, principalmente, entre as mulheres e costuma acontecer durante a adolescência e o início da vida adulta.

 

De acordo com o psiquiatra Bruno Nazar em entrevista a Associação Brasileira de Psiquiatria um dos principais fatores para desenvolver transtornos alimentares é a prática frequente de dietas muito restritivas, que podem aumentar em até 18 vezes o risco de desenvolver um distúrbio alimentar.

 

Segundo a psicóloga Tatiana Gallucci, a anorexia é caracterizada pela perda de peso devido a restrição alimentar, em uma busca incessante pela magreza, que leva a distorção da imagem corporal. Ela destaca que a anorexia pode ter consequências fatais.

 

Já a bulimia nervosa é caracterizada pela ingestão de alimentos em grande quantidade e de maneira muito rápida, com a sensação de perda de controle. Os episódios bulímicos são acompanhados de métodos compensatórios inadequados para o controle de peso, como vômitos auto-induzidos (em mais de 90% dos casos), uso de medicamentos (diuréticos, laxantes, inibidores de apetite), dietas e exercícios físicos em excesso.

 

 

Josielly Maximiano de 32 anos luta para salvar a vida da filha Maria Eduarda de 11 anos. A menina foi diagnóstica em 2016 com anorexia "Comecei a perceber a falta de vontade dela em comer, achava que tudo iria engordar. E quando se olhava no espelho chorava e dizia que estava obesa". Desesperada com a saúde da filha que tem 1,47m e apenas 26kg, a mãe busca por um tratamento especializado em São Paulo.

 

Para a psicóloga Tatiana Gallucci, as consequências físicas da anorexia são semelhantes às de um estado de desnutrição crônico. Quando vivenciada em crianças ou adolescentes, interfere na curva de crescimento, levando a estaturas menores do que as esperadas, atrasando ou interrompendo o desenvolvimento esperado para a idade.

 

Saúde em risco

Com a diminuição da ingestão de alimentos, o corpo reage minimizando o gasto de energia e eventualmente alterando até as funções vitais. A primeira consequência da perda de peso corporal é amenorreia (ausência de menstruação), que também pode causar problemas de fertilidade.

 

A desnutrição causada pela anorexia provoca diminuição da pressão e aumento da sensação de frio, fadiga, mal-estar e obstipação (dificuldade de defecar). Com o emagrecimento também ocorre a diminuição da frequência cardíaca. Os ossos são prejudicados, de modo que o risco de desenvolver osteoporose precocemente são maiores quem sofre ou já sofreu de anorexia.

 

Na anorexia purgativa e na bulimia ocorrem vômitos para impedir a digestão do alimento ingerido, impedindo a absorção dos nutrientes e o ganho de peso. Isso provoca sérias alterações metabólicas, como baixo nível de potássio que pode levar a uma insuficiência renal e parada cardíaca.

 

Já no caso da bulimia ocorre a dores e deterioração dos dentes, gengivas inchadas e erosão do esmalte dentário causadas por causa do ácido presente na boca devido o vômito. Além disso, também pode ocorrer desmaio ou perda da consciência, geralmente por causa da baixa pressão arterial e hipotermia.

 

Vencendo o transtorno alimentar

 

A estudante Letícia Baptistella de 22 anos, desenvolveu anorexia aos 12.

"Acreditava que se fosse magra os meninos iriam olhar para mim e as meninas se tornariam minhas amigas". E o que era pra ser uma dieta, se transformou em doença. "Não comia quase nada, muitas vezes fingia que comia e jogava fora, escondia, ou mentia falando que já tinha comido. Uma folha de alface me deixava satisfeita, e quando eu comia  pensava que estava engordando".

 

A perda excessiva de peso colou a saúde da jovem em risco " os batimentos cardíacos diminuíram a frequência e meu coração poderia parar a qualquer momento. Também fiquei dois anos sem menstruar. Cheguei a pesar 39kg".

 

Após um ano de tratamento, Letícia voltou a comer de forma correta e saudável. "É um período difícil, porém o mais importante é compartilhar com a família ou um amigo. O transtorno alimentar precisa ser tratado e com ajuda é possível sair dessa situação. Você pode ter o corpo que você quer, mas de forma saudável e com o auxílio de profissionais. Não se sinta culpado por estar passando por isso, apenas busque ajuda, pois o transtorno pode ser fatal. A vida é muito mais importante do que a aparência".

 

Camila encontrou no esporte um estímulo para vencer o transtorno alimentar e recuperar a saúde. Confira abaixo!

 

Para salvar nossos jovens, é preciso combater o culto a magreza excessiva que está estampado em revistas e passarelas como modelos de corpo ideal e padrões de beleza que devem ser seguidos.

 

É preciso ensinar a nossas crianças que o valor de um indivíduo está no caráter e não no tamanho da calça que ele veste. Pais, cuidado com o que falam, mostram e cobram dos seus filhos, pois vocês podem estar colocando a saúde deles em risco. Incentive o amor próprio, pois nenhum padrão vale uma vida!

 

Procura por tratamento para transtornos alimentares?

Nesse link você encontra bit.ly/2vb0mfd

 

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