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Teste comportamental: autoconhecimento para profissionais de sucesso

19.05.2019

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Descubra qual o método contraceptivo ideal para você

18.10.2017

 

290 milhões de mulheres no mundo usam algum método contraceptivo, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015. No Brasil, a pílula anticoncepcional é um dos métodos mais populares, sendo usada por 21% das mulheres, de acordo com a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS).

 

Apesar dos números, as dúvidas em relação ao seu uso ainda são muitas. Questões relacionadas ao uso correto e aos efeitos colaterais que podem causar trombose, acidente vascular cerebral (AVC), retenção de líquido, embolia pulmonar, câncer de mama e enxaqueca.

 

Quanto aos efeitos colaterais mais sérios como trombose e AVC, os registros de incidência eram maiores na década de 60. Para a Professora de Enfermagem da Universidade Federal do Ceará Escolástica Moura, as pílulas dessa época tinham uma dosagem hormonal superior ao que é comercializado atualmente. “Persistem os registros de casos de trombose, e AVC, porém bem inferior comparado passado. Esse risco é potencializado nas usuárias que possuem outros fatores de risco, como tabagismo, hipertensão e obesidade”.

 

Uma alternativa é o uso do preservativo. No entanto, 45% da população brasileira não faz o uso da camisinha, segundo o Ministério da Saúde. Apesar de 94% admitir que a camisinha é a melhor forma de prevenir a transmissão de Doenças Sexualmente Transmissíveis.

 

Em outubro de 2015, cientistas japoneses descobriram uma maneira de desenvolver a pílula anticoncepcional masculina, bloqueando temporariamente a produção de esperma em camundongos. Apesar destes avanços, o uso da pílula masculina pode enfrentar resistência dos homens. Para Moura, o homem resiste no uso do preservativo alegando interferir em seu desempenho sexual, apesar de saber dos riscos. “O machismo terá sempre um impacto negativo sobre a anticoncepção masculina. Assim, também ocorre com a vasectomia e não é diferente quanto à possibilidade da pílula”.

 

A mulher tem mais opções de métodos contraceptivos quando comparado aos homens. Porém, o método mais seguro para evitar doenças sexualmente transmissíveis é a camisinha, que encontra resistência por parte dos homens.

 

 

Contraceptivos para homens

 

 

Camisinha masculina: é o método de barreira mais conhecido e confiável. Feita de látex ou poliuretano, impede a passagem dos espermatozoides ao útero, evitando gravidez, além de DST’s e HPV. O homem deve seguir as instruções na embalagem: Colocar antes da penetração, desenrolar por todo o comprimento do pênis, segurar a ponta para não armazenar o ar e retirar ao final da relação.

Eficácia: 100% em evitar DST’S e gravidez indesejada, se usada corretamente.

Valor: é encontrada em posto de saúde gratuitamente. No comércio seu valor custa em média R$ 3,00 a unidade.

 

Vasectomia: é o fechamento dos canais deferentes do homem. Trata-se de uma cirurgia simples em cima do saco escrotal. O canal que leva os espermatozoides do testículo até as glândulas que produzem o esperma é cortado. Após esta operação, a ejaculação continua normal, mas ocorrerá sem os espermatozoides.

Esse método é indicado para homens acima de 30 anos e com planejamento familiar estabelecido. A operação pode ser reversível, isso irá depender de um diagnóstico médico.

Eficácia: leva um período para que todos os espermas não contenham mais gametas, entre dez a dezesseis ejaculações. Após este prazo, o método é 100% eficaz em prevenir uma gravidez, no entanto não previne DST’S.

Valor: pode ser feita no Sistema Público de Saúde (SUS), se o paciente preencher os requisitos necessários. Em clínica particulares. o preço varia entre R$1 mil e 3 mil.

 

Coito interrompido: é o método popular e mais antigo. Quando o homem está perto da ejaculação, ele retira o pênis e ejacula fora da vagina.

Eficácia: apresenta baixa efetividade. A secreção do pênis na fase da excitação pode conter espermatozoides vivos. Além disso, fica vulnerável para contrair DST’s e Aids.  A eficácia é de apenas 4%.

 

Contraceptivos para mulheres

 

Camisinha feminina: assim como a camisinha masculina impede a passagem dos espermatozoides ao útero, evitando gravidez, além de DST’s e HPV. A mulher deve seguir as instruções na embalagem: Colocar antes da penetração, dobrar o anel menor, introduzi-lo até o fim da cavidade vaginal, deixar o anel maior para fora e retirar ao final da relação.

Eficácia: 100% em evitar DST’S e gravidez indesejada, se usada corretamente.

Valor: é encontrada em posto de saúde gratuitamente. No comércio, custa em média R$ 15,00 duas unidades.

 

 

DIU: o dispositivo intrauterino é colocado de forma simples e rápida pelo médico dentro do útero. Pode ser utilizado na opção de cobre ou com hormônios. Ambos impedem o encontro do espermatozoide com o óvulo. O espermatozoide percebe que tem um “corpo estranho” já instalado no óvulo e não fecunda.

Eficácia: a chance de falha é extremamente baixa, representa 0,1%. Seu efeito pode durar entre 5 e 10 anos.

Valor: pode ser colocado no Sistema Público de Saúde (SUS), se a paciente preencher os requisitos necessários. Geralmente em clínicas particulares a aplicação e o DIU são pagos separadamente. O DIU de cobre custa entre R$70 e R$100  e o com hormônios entre R$600 e R$800. O valor da aplicação dependerá do médico e pode variar entre R$200 a R$600.

 

Adesivo anticoncepcional: um material aderente que é colocado na pele da mulher e deve permanecer na mesma posição por uma semana. O adesivo possui a combinação de dois hormônios: progestôgenio e estrogênio, que são liberados na corrente sanguínea por sete dias.

Eficácia: não é recomendado para mulheres acima do peso e por ocorrer casos de descolamento do adesivo antes do período necessário sua eficácia pode ser menor que a pílula.

Valor: pode ser encontrado comércio e seu valor médio é de R$55.

 

Diafragma: é um anel flexível envolvido por uma borracha fina e côncava, que impede a entrada dos espermatozoides no útero. Deve ser colocado na vagina cerca de 15 a 30 minutos antes da relação e retirado 12 horas após o ato sexual. Para a utilização é necessário ir ao médico para medir o tamanho do diafragma. Pode ser usado por até três anos.

Eficácia: chance de falha de 10%. Para aumentar a eficácia recomenda-se o uso de espermicida.

Valor: pode variar de R$15 a R$75, dependerá do tamanho e da marca.

 

Anel vaginal: é de silicone flexível com cerca de 5 centímetros e contém etonogestrol e etinilestradiol. É colocado na vagina, na parte superior, em formato de um 8. Deve ser utilizado por 21 dias. Após a retirada é feita uma pausa de 7 dias e um novo anel deve ser utilizado.

Eficácia: 99%.

Valor: pode ser encontrado comércio e seu valor médio é de R$55.

 

Injeção: combina progesterona ou associação de estrogênios. A injeção pode ser mensal ou trimestral e é aplicada na região glútea.

Eficácia: a mesma da pílula anticoncepcional.

Valor: varia entre R$12 e R$70. Se for indicação de um médico do SUS, ela pode ser adquirida gratuitamente em postos e farmácias populares.

 

Laqueadura tubária: também chamada de ligadura das trompas, é um procedimento de esterilização que pode ser temporário dependendo da situação. É um procedimento que causa interrupção no trajeto de ambas as trompas, impedido que os espermatozoides cheguem ao óvulo. O procedimento pode ser feito cirurgicamente ou por endoscópica. A ligadura das trompas não impede a ovulação nem interfere no ciclo hormonal feminino, não causando, portanto, nenhuma alteração no ciclo menstrual.

Eficácia: se a cirurgia for feita de maneira correta e com acompanhamento médico adequado a eficácia é 100%. Pode ocorrer casos especiais da mulher desenvolver uma gestação fora do útero, mas a probabilidade de o feto se desenvolver é pouca.

Valor: em clínicas particulares custa entre R$1500 a R$3 mil. Pode ser feita no SUS, se o paciente preencher os requisitos necessários.

 

Espermicida: cria uma barreira química que impede a chegada dos espermatozoides ao útero feminino. Podem ser encontrados sob a forma de gel, espuma, creme ou supositórios. A aplicação é simples e igual ao de qualquer gel vaginal. Deve ser aplicado preferencialmente entre 10 e 30 minutos antes da relação sexual e não deve ser retirado por pelo menos 6 a 8 horas. Se o ato sexual demorar mais de 1 hora para ocorrer após a aplicação do espermicida, a sua eficácia torna-se ainda mais baixa que a habitual.

Eficácia: quando usado isoladamente, sem outro método contraceptivo complementar, como camisinha ou diagrama, a sua taxa de sucesso é  baixa.

Valor: em média R$ 20.

 

Implante: é atualmente o método contraceptivo com a maior taxa de eficácia. Ocorre uma implantação subcutânea de um fino bastão de plástico com etonogestrel, uma forma sintética de progesterona. O bastão fica por baixo da pele e libera de forma lenta e contínua o hormônio para a circulação sanguínea. Ele é implantado pelo médico e necessita de anestesia local. O local escolhido costuma ser a parte interna do braço e o procedimento dura 2 ou 3 minutos. O efeito tem duração de 3 anos, sendo um método bastante confortável para quem deseja uma contracepção prolongada, mas não definitiva.

Eficácia: 99,95%.

Valor: cada implante chega a custar cerca de R$700. Porém, só precisa ser comprado a cada 3 anos.

 

 

Pílula: composta pelos hormônios progesterona e estrogênio, ela deve ser tomada diariamente. Por ser um método que manipula o ciclo ovulatório feminino, a pílula só deve ser utilizada sob orientação médica. O anticoncepcional oral não tem efeitos somente contraceptivos, ele pode ser benéfico em diversos problemas, como nas cólicas menstruais, no controle do sangramento uterino, na TPM e no controle da acne. A pílula também ajuda a reduzir a incidência de alguns tipos de cânceres, como o câncer de ovário e endométrio. Por outro lado, os anticoncepcionais orais podem provocar diversos efeitos colaterais, principalmente aqueles com doses mais altas de estrogênio. Trombose e complicações cardiovasculares são alguns dos problemas que, apesar de incomuns, podem ocorrer.

Eficácia: se tomada de forma correta, a pílula é extremamente eficaz em inibir a ovulação, sendo um dos melhores métodos contraceptivos. Porém, se a mulher não for disciplinada e esquecer frequentemente de tomar sua dose diária, a pílula pode falhar, permitindo a ocorrência de uma gravidez indesejada.

Valor: Entre R$5 a R$90. Se o uso for por indicação de um médico do SUS pode ser adquirida gratuitamente em postos e farmácias populares.

 

Pílula do dia seguinte (PDS)possui doses muito elevadas de hormônios e só deve ser usada de forma pontual e emergencial. Portanto, não pode ser utilizada como um método anticoncepcional diário. Ela foi desenvolvida para ser uma medida emergencial de contracepção para os casos em que o método contraceptivo habitual falhar, ou ter uma relação sexual não planejada.

Eficácia: para ser efetiva, a PDS precisa ser tomada o mais rápido possível, com um limite de 72 horas para que ela possa ser útil.

Valor: entre R$5 e R$20. Pode ser adquirida gratuitamente em postos e farmácias populares.

 

Muco cervical: dias antes da ovulação, o muco produzido pelo útero altera-se, tornando-se mais espesso e elástico. Este muco é chamado de muco fértil, pois favorece a mobilidade dos espermatozoides em direção ao útero e às trompas. Essa alteração nas características do muco indica de que a ovulação está próxima de acontecer.

Eficácia: pouco confiável. A espessura do muco pode mudar se a mulher estiver com febre ou alguma outra doença com corrimentos na vagina.

 

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