Contato
  • Facebook - Black Circle
  • Instagram - Black Circle
  • YouTube - Black Circle
  • RSS - Black Circle
contato@mulheresemfoco.com.br
Rua Semi-Gebara, 2-40
Bauru - SP- Brasil

Conteúdo protegido por direitos autorais.

Proibida a reprodução total ou parcial sem

autorização expressa do autor.

Copyright © 2017 

Mulheres em Foco

Redes Sociais
Destaque
  • Facebook - Black Circle
  • Instagram - Black Circle
  • YouTube - Black Circle
  • RSS - Black Circle

Teste comportamental: autoconhecimento para profissionais de sucesso

19.05.2019

1/10
Please reload

Please reload

Aprenda como ensinar seu filho a lidar com as emoções

 

Nós adultos costumamos ter dificuldade para lidar com o turbilhão de sentimentos que nos deparamos ao longa da vida. Muitas vezes perdemos a paciência, gritamos e brigamos. Se já é difícil para gente, imagine para os pequenos. Tristeza, medo, raiva, angústia,  a psicóloga Katiúcia Marquezin explica como pais e educadores devem ensinar crianças e jovens a lidarem com os sentimentos.

 

Mesmo antes de falar, os bebês já se comunicam, seja chorando, rindo ou gesticulando. Desde então, é necessário que os pais fiquem atentos as emoções transmitidas pelos filhos. A psicóloga alerta sobre a importância de ensinar limites e regras para uma boa convivência em sociedade.

 

Segundo Katiúcia, "Famílias que agem, que não ficam passivas diante das respostas emocionais de seus  filhos têm mais chances de fortalecer seus laços de afeto, dando segurança para que as crianças possam expressar suas emoções e partilharem suas experiências".

 

A psicóloga destaca que devemos dar atenção as demostrações de sentimentos das crianças "não ridicularize, nem minimize uma emoção. Ao invés disso, ofereça ajuda, converse e acolha". Ela também aconselha os pais a ensinarem os filhos a traduzir em palavras o que estão sentindo, pois isso é fundamental para o desenvolvimento emocional da criança.

 

Tão importante quanto os sentimentos dos filhos, é os sentimento dos pais, pois o comportamento da criançada é reflexo das atitudes dos adultos que eles convivem. "As crianças estão muito atentas ao que você faz no seu dia a dia, inclusive como está 'pondo pra fora' suas alegrias, medo, tristeza, raiva", explica a psicóloga Katiúcia Marquezin.

 

 

De acordo com a psicóloga, os adultos devem observar como as crianças expressam os sentimentos, e o que eles causam nelas: desconforto, irritação, revolta ou dor. "A melhor hora de intervir é no momento em que acontece, mas se o motivo for raiva, aguarde a tempestade emocional passar para ter um diálogo acolhedor e tranquilizante, incentivando a criança a falar sobre o ocorrido".

 

No dia a dia, os pais devem inserir com naturalidade na rotina dos pequenos atividades que estimulem o desenvolvimento emocional da criança "Leia livros e pergunte 'o que faria se fosse com você?', 'o que você acha que o personagem sentiu?'; apresente fotos, mostre expressões faciais e favoreça o reconhecimento das emoções; convide ele a se expressar através de desenhos e brincadeiras", orienta a psicóloga.

 

Para Katiúcia quando uma criança é capaz de entender seus próprios sentimentos, ela estará pronta para compreender os sentimentos dos outros, desenvolvendo assim empatia e habilidade de se relacionar com as pessoas.

 

Vamos ensinar aos jovens que é normal sentir medo, raiva, ódio, mas que a saída não é a violência, pois o problema só será resolvido com diálogo, amor, tolerância e respeito ao próximo. São ensinamentos como esses e as atitudes dos pais que servem como exemplos capazes de preparar os filhos para lidarem e superarem desde o bullying até os desafios da vida adulta.

 

 

Katiúcia Marquezin, é psicóloga, pós-graduada em Neuropsicologia, psicóloga clínica cognitivo comportamental, mestranda em Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem. É assessora educacional, desenvolvendo projetos em Psicologia Escolar. Em seus principais temas de pesquisa estão: emoções e humor, habilidades sociais, relacionamentos interpessoais e amorosos, comunicação e saúde mental.

 

 

Compartilhe no Facebook
Compartilhe no Twitter
Please reload